Artigo adicionado ao teu carrinho

Museu Benfica - Cosme Damião

Museu Interativo

Making Of

Roteiro

Área 1. Ontem e Hoje
Lingua Gestual: Área 1. Ontem e Hoje

Área 1. Ontem e Hoje

Aqui, é feito o contraponto entre os primeiros tempos e a atualidade do Clube. De um lado, os testemunhos das primeiras vivências. Do outro, a atual dimensão da instituição Sport Lisboa e Benfica, na sua vertente desportiva, social e patrimonial.

De todas as modalidades e de todos os escalões: os troféus da última temporada estão aqui. É o Benfica de hoje! Um Benfica de outros títulos também. Como o do clube com mais sócios no mundo! Esse e outros pergaminhos ganham forma na comunicação dos traços mais fortes da sua identidade. Em contraponto, o Benfica de ontem. Documentos únicos testemunham as dificuldades do início. Desfilam memórias pioneiras. Entre elas, o troféu oferecido por Bernardino Costa – ex-líbris da coleção, que documenta, desde 1911, a popularidade do Clube. Essa remota capacidade de cativar expressa-se hoje no compromisso social, sob a chancela da Fundação Benfica.

Área 2. JOIAS DO ECLETISMO – Troféus internacionais e heróis das modalidades

Área 2. Joias do Ecletismo – Troféus internacionais e heróis das modalidades

Neste espaço, estão expostos os símbolos das conquistas internacionais das modalidades, lado a lado com alguns dos principais atletas que, através dos seus feitos desportivos, enriqueceram a história do Clube e do desporto nacional em diferentes modalidades.

Depois da conquista pioneira – a Taça Ibérica de râguebi, 1971 – novos troféus se acrescentaram com a chancela internacional. Para além dos domínios da bola oval, também no atletismo, no hóquei em patins, no basquetebol, no futsal e no paintball o Clube fez fama ao mais alto nível. E se pode ser visto este mundo de conquistas como pináculo de glória, não são menos de ser vistos os protagonistas. Ao longo do tempo, graças à prática de várias dezenas de modalidades, representaram o Benfica alguns dos melhores desportistas mundiais. Verdadeiras joias do ecletismo, acham-se neste lugar os seus nomes e as suas memórias.

Área 3. Orgulho Eclético – Títulos oficiais das modalidades
Lingua Gestual: Área 3. Orgulho Eclético – Títulos oficiais das modalidades

Área 3. Orgulho Eclético – Títulos oficiais das modalidades

Num expositor que atravessa os três pisos do museu, o visitante pode contemplar mais de seiscentos troféus, símbolos das principais conquistas nacionais das outras modalidades praticadas no Clube, para além do futebol.

Depois do futebol, que começou a jogar desde o primeiro dia, a 28 de fevereiro de 1904, o Clube foi abraçando gradualmente a prática de outros desportos. Em muitos deles, assumiu uma preponderância a que não ficou alheia a história desportiva do país e, por vezes, a do desporto internacional. Dos êxitos sucessivos em todas as modalidades, foi-se formando um edifício que não parou jamais de crescer, um edifício de que muito se orgulham os benfiquistas e o desporto português. Do ciclismo ao futsal, da mais antiga à mais recente modalidade se constituiu uma verdadeira "arca dos sonhos"! Para ver, sentir e contemplar!

Área 4. MOMENTOS ÚNICOS – Feitos do ecletismo
Lingua Gestual: Área 4. Momentos Únicos – Feitos do ecletismo

Área 4. Momentos Únicos – Feitos do ecletismo

Através de uma mesa interativa, o visitante poderá descobrir alguns dos maiores momentos do ecletismo benfiquista. Com vídeos datados entre 1912 e 2013, são disponibilizados 96 conteúdos representando 24 modalidades.

Uma homenagem que traz à memória momentos únicos e mágicos que fizeram mágicos e únicos os seus protagonistas: aquele cesto no último segundo que deu mais um título ao basquetebol; o ensaio que fazia falta para laurear o râguebi; a carambola mais incrível do ás do bilhar; aquele slalom endiabrado de um certo hoquista e o seu golo fenomenal; o triunfo na Volta à moda do Zé Maria; o feito olímpico do Leitão... Vindas do fundo do baú, eis as proezas mais incríveis de imaginar! Uma centena de memórias ímpares! Um hino ao desporto e ao ecletismo benfiquista!

Área 5. A TAÇA – O Campeonato de Portugal / Taça de
                                                        Portugal
Lingua Gestual: Área 5. A TAÇA – O Campeonato de
                                                            Portugal / Taça de Portugal

Área 5. A "Taça" – O Campeonato de Portugal / Taça de Portugal

Num espaço dedicado às vitórias do Clube na Taça de Portugal, encontram-se expostos os 29 troféus conquistados naquela que é considerada a prova rainha do futebol português: 3 Campeonatos de Portugal e 26 Taças de Portugal.

Com a introdução no país, em 1934/35, do primeiro torneio disputado em poule (Campeonato da I Liga), o velho Campeonato de Portugal ficou com os dias contados. Iniciado em 1921/22 e seguindo o modelo de eliminatórias, viria a transformar-se, em 1938/39, na Taça de Portugal. O mesmo conceito, uma outra designação. A prova vingou e conquistou no panorama competitivo nacional um lugar ímpar, granjeando desde longa data o nome de "festa do futebol", onde o Benfica é rei! Uma oportunidade para ver de perto todos os troféus e conhecer as histórias que deram ao "Glorioso" esse magno estatuto.

Área 6. CAMPEÕES SEMPRE – O Campeonato Nacional
Lingua Gestual: Área 6. CAMPEÕES SEMPRE – O Campeonato Nacional

Área 6. Campeões Sempre – O Campeonato Nacional

Área dedicada às vitórias do Clube no Campeonato Nacional. Aqui, encontram-se expostos os troféus conquistados naquela que é a prova mais importante do calendário do futebol português.

Depois de alcançar, em 1935/36, o seu primeiro título no Campeonato, o Benfica percorreu na prova máxima um itinerário brilhante, sendo atualmente, e desde longa data, o clube com mais troféus conquistados. Todos iguais, todos diferentes: o do título inaugural, o da primeira "dobradinha", o do ano "latino", o do "europeu", o do acerto de contas com o Sporting, o do mais de cem golos, o do sem derrotas, o do título derradeiro no velho Estádio da Luz… e muitos, muitos outros. Todos únicos e memoráveis, todos parte de um desfile singular que faz sorrir, que faz chorar, que faz dizer: "Campeões sempre!"

Área 7. FORMAR A GANHAR – O futebol de formação
Lingua Gestual: Área 7. FORMAR A GANHAR – O futebol de formação

Área 7. Formar a Ganhar – O futebol de formação

Neste expositor, podem observar-se os troféus conquistados pelos escalões de formação do Sport Lisboa e Benfica (juniores, juvenis, iniciados e infantis) em provas oficiais nacionais.

Artur Santos, Humberto Coelho, Nené, Shéu e Rui Costa são algumas das "papoilas" que aqui brotaram! Desde o primeiro título no Campeonato Nacional de Juniores, em 1943/44, o Benfica escreveu uma história espantosa nas categorias jovens: uma tradição longínqua de "formar a ganhar" que teve como resultado, ao longo do tempo, a conquista de inúmeros títulos em todos os escalões. Por esse lema se rege o futuro de um Clube cuja ambição natural é nunca parar de crescer. Formar a Ganhar: para sentir e conhecer ao detalhe os grandes feitos do Benfica júnior.

Área 8. OUTRAS CONQUISTAS – Torneios e outros eventos
Lingua Gestual: Área 8. OUTRAS CONQUISTAS – Torneios e outros eventos

Área 8. Outras Conquistas – Torneios e outros eventos

Nesta vitrina, apresenta-se um grupo de nove objetos, bastante heterogéneo, que representa o vasto conjunto de troféus que o Clube conquistou em torneios ou outros eventos particulares.

À margem das competições mais conhecidas do futebol português, há um extenso registo de encontros raros e amigáveis que fizeram história e de troféus majestosos que nunca mais se repetiram: eis o pretexto para conhecer memórias únicas e contactar com a diversidade da coleção. Das cerimónias festivas à celebração do dérbi; da inauguração de estádios de adversários ao título de clube com melhor goal average; dos tributos à imprensa aos torneios de preparação: nove "pérolas" documentam Outras Conquistas. Maiores! Gloriosas! Irrepetíveis!

Área 9. HONRAR A CIDADE – O Campeonato de Lisboa e a Taça de Honra de Lisboa
Lingua Gestual: Área 9. HONRAR A CIDADE – O Campeonato de Lisboa e a Taça de Honra de Lisboa

Área 9. Honrar a Cidade – O Campeonato de Lisboa e a Taça de Honra de Lisboa

Nesta área temática, estão expostos os troféus que o Clube conquistou, ao longo da sua história, nas principais provas oficiais regionais: Campeonato de Lisboa e Taça de Honra.

O Campeonato de Lisboa começou por ser, em 1906/07, a primeira prova oficial do país, nela tomando parte as melhores equipas de então. A do Benfica, constituída apenas por jogadores portugueses, depressa se transformou em símbolo da cidade e da nação, ao fazer frente às que incluíam jogadores ingleses, como era caso exemplar a do Carcavellos. Assim se fez o "Glorioso". Em 1914, a Associação de Futebol de Lisboa acrescentou no seu calendário a Taça de Honra, de cariz diferente. Hoje extintas, uma e outra competições guardam memórias inolvidáveis do "emblema capital".

Área 10. TRIBUTO AO TRIBUTO AO MESTRE – A Supertaça Cândido de Oliveira
Lingua Gestual: Área 10. TRIBUTO AO MESTRE – A Supertaça Cândido de Oliveira

Área 10. Tuibuto ao "Mestre" – A Supertaça "Cândido de Oliveira"

Neste expositor, encontram-se expostos os troféus que simbolizam as vitórias do Clube na Supertaça Cândido de Oliveira.

Disputada entre os clubes vencedores do Campeonato Nacional e da Taça de Portugal, a Supertaça é uma competição que se realiza anualmente desde 1979. Tendo sido oficiosas as duas primeiras edições, passou a integrar, a partir de 1981, o quadro de provas oficiais da Federação Portuguesa de Futebol. Adquiriu, então, o nome "Cândido de Oliveira", em homenagem a essa grande figura do futebol português (jogador do Benfica de 1914/15 a 1919/20) e do jornalismo desportivo nacional, há muito celebrizado como "Mestre".

Área 11. SEMEAR TRADIÇÃO – A Taça da Liga
Lingua Gestual: Área 11. SEMEAR TRADIÇÃO – A Taça da Liga

Área 11. Semear Tradição – A Taça da Liga

Aqui, estão expostos os troféus que o Clube conquistou naquela que é a mais recente prova do calendário do futebol português: a Taça da Liga.

Instituída em 2007/08 pela Liga Portuguesa de Futebol Profissional, a Taça da Liga é uma competição que, gradualmente, tem vindo a ganhar preponderância e a cativar a atenção do público. O regulamento da prova tem, desde cedo, sofrido melhorias e o próprio troféu registou alterações materiais que o tornaram mais icónico e apetecível. Tal como sucedeu no Campeonato de Lisboa, na Taça de Portugal e no Campeonato Nacional em períodos específicos, a prestação teimosamente ganhadora do Benfica planta a semente da tradição, celebra o presente e aponta ao futuro.

Área 12. HONRAR O PAÍS – Conquistas internacionais
Lingua Gestual: Área 12. HONRAR O PAÍS – Conquistas internacionais

Área 12. Honrar o País – Conquistas internacionais

Neste espaço, apresenta-se um grupo de objetos, bastante heterogéneo, que constitui parte do conjunto de troféus internacionais que o Clube conquistou, tanto a título oficial como particular. Destaque para as duas Taças dos Clubes Campeões Europeus e para a Taça Latina.

Ao vencer, em 1950, a Taça Latina – primeiro grande troféu internacional do futebol português –, o Benfica encetou um trilho que, na década seguinte, viria a culminar no ponto mais alto da cordilheira. A conquista dos títulos europeus em 1961 e 1962 projetou além-fronteiras o nome do Clube e o do país. Mas a glória internacional de uma instituição centenária não se fica por aqui. É bandeira maior, uma bandeira que começou por se agitar em 1913, com a conquista do primeiro troféu que teve o concurso de um clube estrangeiro. Desenrolou-se, desde então, uma narrativa lavrada a ouro. Honrar o País é reviver os seus melhores capítulos.

Área 13. VIAGEM AO CORAÇÃO BENFIQUISTA
Lingua Gestual: Área 13. VIAGEM AO CORAÇÃO BENFIQUISTA

Área 13. Viagem ao Coração Benfiquista

Área dedicada a todos os adeptos do Clube. Aqui, recorrendo a uma plataforma elevatória e a uma instalação de videowall, o visitante poderá disfrutar de uma experiência audiovisual que transmite a emoção de ser benfiquista.

Não importam a origem, a condição ou a idade. São os adeptos a razão de ser do Benfica, o seu motor! Partir à descoberta dessa máquina de sentimentos única é o grande desafio. Uma experiência para os sentidos que se inicia sob um cenário surpreendente. Enviadas de todos os pontos do mundo e a todo o momento, alternam imagens de rostos célebres e anónimos, rostos de toda uma família que segue o lema "E Pluribus Unum". E vem a viagem. Da pupila ao coração! E a chegada ao coração é como a chegada à lua. Há uma visão inédita. A partir deste dia, a emoção de um golo nunca mais será a mesma!

Área 14. LISBOA E BENFICA
Lingua Gestual: Área 14. LISBOA E BENFICA

Área 14. Lisboa e Benfica

Espaço realizado em parceria com o Gabinete de Estudos Olisiponenses, onde se estabelece um paralelo entre acontecimentos da história do Clube e da cidade de Lisboa. A descobrir, um objeto representativo de cada uma das décadas.

A capital, que viu nascer o Benfica sem que o clube tomasse já esse nome, deu ao Sport o seu primeiro apelido. Era o nome da mãe cidade a falar mais alto. Gerado em Belém, Sport Lisboa foi na génese o nome pioneiro, que andou na boca dos "alfacinhas" até que a falta de campo próprio para jogar pedisse outro poiso. Assim veio Benfica, que, em 12 de setembro de 1908, celebrou com sigla nascida em Belém uma união para a vida. Era o nome do pai. Lisboa e Benfica nunca mais se separaram e a história dessa união foi sendo escrita até aos dias de hoje como um diário, com o futuro em aberto.

Área 15. NO CAMINHO DO TEMPO
Lingua Gestual: Área 15. NO CAMINHO DO TEMPO

Área 15. No Caminho do Tempo

Área temática que apresenta, através de múltiplos suportes, diversos acontecimentos que marcaram a história do Clube, de Lisboa, do país e do mundo.

Que Lisboa havia em 1910, quando o já popular "Glorioso" festejou o título regional de futebol pela primeira vez? Como era o Portugal de 1936, do primeiro Benfica campeão nacional? Que Europa acordou, em 1961, no mesmo dia em que José Águas mostrou ao mundo o sorriso mais belo da história do Clube? Dia após dia, ano após ano, o Benfica, Lisboa, Portugal e o mundo no caminho do tempo. Hora de reviver os factos e as figuras de sempre. Uma incursão pela história num cenário nunca antes imaginado. Uma experiência inesquecível de emoção e conhecimento!

Área 16. OUTROS VOOS – Associativismo e cultura
Lingua Gestual: Área 16. OUTROS VOOS – Associativismo e cultura

Área 16. Outros Voos – Associativismo e cultura

Nesta área temática, dedicada ao associativismo e à relação do Clube com o universo cultural, o visitante é convidado a explorar os diversos compartimentos do expositor de forma a aceder aos conteúdos.

Da arte à literatura, da tauromaquia ao cinema, da música à filatelia: não há universo cultural onde o Benfica não caiba. Um clube que lançava em 1913 o seu próprio jornal, pioneiro no género, prometia já outros voos. O tempo encarregou-se de dar asas a novos sonhos: a primeira Sala das Taças, em 1934; o Sport Lisboa e Saudade, em 1943; o Orfeão, em 1957; e muitos outros, culminando num canal de televisão que leva, hoje, a atualidade benfiquista aos quatro cantos do mundo. Este é o espaço para conhecer uma outra "Águia": a da palavra, a dos sons, a das imagens. A de outros voos.

Área 17. CHÃO SAGRADO – Território e património
Lingua Gestual: Área 17. CHÃO SAGRADO – Território e património

Área 17. Chão Sagrado – Território e património

Espaço onde o visitante pode ficar a conhecer as diversas instalações por onde o Clube passou, ao longo da sua história, e contemplar objetos representativos desses espaços e de acontecimentos com eles relacionados.

É impossível separar da memória da cidade de Lisboa a memória de um clube que nela inculcou o seu território e o seu património ao longo de mais de cem anos. Até estabelecer em definitivo na zona de Benfica o seu reduto, houve uma história de saltimbancos que levou o Clube a calcorrear diversas zonas da capital durante meio século. Também as sedes e outros espaços de serviços e recreação percorreram zonas distintas. Depois de Belém, onde o Clube nasceu e disputou os primeiros jogos, vieram Benfica, a Baixa, Sete Rios, Amoreiras, Campo Grande e, novamente, Benfica. Chão Sagrado abarca todo esse roteiro.

Área 18. E PLURIBUS UNUM – Cosme Damião
Lingua Gestual: Área 18. E PLURIBUS UNUM – Cosme Damião

Área 18. "E Pluribus Unum" – Cosme Damião

Espaço dedicado, por excelência, a Cosme Damião, mas também a Manuel Gourlade e Félix Bermudes, figuras de grande relevância nos primeiros tempos do Clube.

Jogador, capitão, treinador, dirigente: Cosme Damião foi tudo no Benfica! Verdadeiro sportsman do início do século XX, foi a alma de um Clube que nasceu pobre e cresceu à custa do sacrifício de muitos homens para quem o sonho comandava a vida. Foi esse sonho que uniu nomes como o seu, o de Félix Bermudes e o de Manuel Gourlade, entre outros, em torno da ideia de fazer do Benfica o maior clube português. Uma homenagem ao homem e ao desportista que melhor personifica o ideal "encarnado", sem esquecer os que, com ele, ergueram essa bandeira.

Área 19. ÁGUIAS-MUNDI – Futebolistas estrangeiros
Lingua Gestual: Área 19. ÁGUIAS-MUNDI – Futebolistas estrangeiros

Área 19. Águias-mundi – Futebolistas estrangeiros

Até 1979, apenas jogadores portugueses integraram os plantéis do Benfica. No entanto, desde então, m uitos foram os jogadores estrangeiros que serviram o Clube. Nesta zona o visitante poderá ficar a conhecê-los.

Até 1979, jamais se poderia imaginar este espaço no Museu do Benfica. Até então, ter a águia ao peito era um exclusivo de jogadores portugueses. Tudo mudou com um brasileiro chamado Jorge Gomes que, nesse ano das Bodas de Diamante, envergou o "manto". Depois dele, vieram suecos, dinamarqueses e outros atletas de vários países que perfazem hoje um total de cerca de quarenta nacionalidades. Muitos deles ajudaram a escrever algumas das páginas mais brilhantes da nossa história e conquistaram a eternidade no coração dos benfiquistas. Um tributo às "Águias" de todo o mundo!

Área 20. ÁGUIAS-MORES – Capitães, goleadores, internacionais
Lingua Gestual: Área 20. ÁGUIAS-MORES – Capitães, goleadores, internacionais

Área 20. Águias-mores – Capitães, goleadores, internacionais

Espaço dedicado aos jogadores que, ao serviço do Clube, se destacaram como goleadores, capitães e internacionais pelos seus países de origem.

Envergar a braçadeira, ser rei dos golos ou representar a Seleção Nacional são honras maiores que preenchem os sonhos de qualquer futebolista. Os capitães Mário Coluna, Humberto Coelho e António Veloso; os goleadores Eusébio, José Águas e Nené; os internacionais Rui Costa, Simão Sabrosa e João Pinto: todos senhores de um destino maior! Líderes máximos em cada uma das categorias. De que forma se constituíram, no seio dos adeptos, referências únicas? As estórias, os números, as imagens e um conjunto de objetos ímpares que documentam a vida e a carreira dos Águias-mores.

Área 21. O MEU ONZE – A equipa de sempre
Lingua Gestual: Área 21. O MEU ONZE – A equipa de sempre

Área 21. O Meu Onze – A equipa de sempre

Nesta zona, através de uma plataforma interativa, o visitante é convidado a criar a sua equipa ideal, dentro do leque total de jogadores que já serviram o Clube.

Que Benfica teríamos com Vítor Silva, Eusébio e Chalana no mesmo onze? Que figura faríamos com nomes famosos no meio de outros menos sonantes, mas que povoam o imaginário mais burlesco dos benfiquistas: o Mendes "Pé Canhão", o Barros "Barbudo", o "Folha das Cambalhotas"... Em O Meu Onze, todos jogam! No "plantel intemporal" aguardam por nós os nossos ídolos. A convocatória está na nossa mão. E a nossa escolha produz efeito automático num ranking de onde deriva o "onze de sempre". Feito a pensar no treinador que existe em cada um de nós...

Área 22. DE ÁGUIA AO PEITO – Álbum de jogadores
Lingua Gestual: Área 22. DE ÁGUIA AO PEITO – Álbum de jogadores

Área 22. DE Águia ao Peito – Álbum de jogadores

Aqui, através de uma enciclopédia digital, o visitante poderá conhecer todos os futebolistas que representaram o Clube.

Desde o dia em que se fundou o Clube e desde o primeiro treino, que teve a participação de dez jogadores, vestiram a camisola da equipa principal mais de mil futebolistas! Encabeçados por Nené, o mais passeado de águia ao peito, juntam-se num mesmo "livro" todos os atletas que representaram o Benfica. As épocas em que jogaram, os encontros que fizeram, os golos que marcaram. Dos mais célebres aos mais desconhecidos. Um tributo a todos os que contribuíram para fazer do "Glorioso" um símbolo de força, crença e união. À imagem da sua divisa!

Área 23. INESQUECÍVEIS – As estrelas de futebol benfiquista
Lingua Gestual: Área 23. INESQUECÍVEIS – As estrelas de futebol benfiquista

Área 23. Inesquecíveis – As estrelas de futebol benfiquista

Através de um mecanismo rotativo, o visitante pode ficar a conhecer os grandes jogadores do Clube.

Este é o lugar para conviver com os grandes craques de sempre do futebol benfiquista: o Vítor Silva dos anos 30, o Rogério dos anos 40, o Águas dos anos 50 e muitos outros que fizeram a história de um "Passeio da Fama" inigualável! São heróis que não pertencem só ao Benfica. São lendas do futebol português, que, no seu tempo, deixaram, aquém e além-fronteiras, um rasto de magia inapagável. Uma jornada imperdível pelo mundo das "estrelas" e o seu esplendor. Uma homenagem aos poetas da bola.

Área 24. O
Lingua Gestual: Área 24. O

Área 24. O ""a Negra" e Outras Lendas – Eusébio

Esta área temática é dedicada a Eusébio, o ""a Negra", e a outras lendas do futebol que marcaram a história do Clube. Para além de objetos, o visitante pode ver e ouvir Eusébio e outras figuras do desporto-rei, através de um holograma.

"Na era de Eusébio, Eusébio é que era!" – assim descreveu o histórico jornalista Carlos Pinhão o impacto do "Rei" no futebol do seu tempo. Mágico, mítico, sensacional! Um atleta que deu ao Benfica e ao desporto português uma notabilidade irrepetível. Num espaço que lhe é especialmente dedicado, o genial ""a Negra" e outras lendas levantam o véu da memória. O espetador nunca esteve tão perto. Um cara a cara com o melhor jogador português de todos os tempos e outros rostos que inscreveram os seus nomes no livro de ouro do futebol mundial.

Área 25. MESTRES DA BOLA – Os treinadores
Lingua Gestual: Área 25. MESTRES DA BOLA – Os treinadores

Área 25. Mestres da Bola – Os treinadores

Até hoje, pelo futebol benfiquista já passaram 51 treinadores: 25 portugueses e 26 estrangeiros. São essas figuras que preenchem esta área temática.

Quando chegou ao Benfica, em 1979, para reocupar o cargo de mister, o categorizado Mário Wilson proferiu uma frase que ficou célebre: "Um treinador no Benfica arrisca-se a ser campeão". Desde o pioneiro Manuel Gourlade, passaram pelo Clube, ao longo do tempo, várias dezenas de técnicos, tendo grande parte cumprido a sina identificada pelo "Grande Capitão". Dos Campeonatos de Lisboa ganhos por Cosme Damião, passando pelos Europeus de Béla Guttmann, aos Nacionais de Jimmy Hagan, o património benfiquista muito deve aos "mestres da bola" que, durante mais de um século, teimosamente se arriscaram a vencer!

Área 26. BENFICA UNIVERSAL – Digressões e popularidade
Lingua Gestual: Área 26. BENFICA UNIVERSAL – Digressões e popularidade

Área 26. Benfica Universal – Digressões e popularidade

Área dedicada à expansão do nome do Clube pelo mundo, representada pelo número de sócios, por imagens das Casas e Filiais do Benfica, pelos locais onde o futebol benfiquista passou e por objetos provenientes dos cinco continentes. É também representada a sua popularidade, através de três majestosos troféus atribuídos ao Clube por votação pública.

Depois da primeira saída ao estrangeiro (Corunha, Espanha) em 1912, o Benfica nunca mais parou. Foi o início de uma epopeia pelo mundo, com passagens por dezenas de países e todos os continentes, sempre em nome de Portugal. Documenta essa epopeia uma coleção de memórias ímpares que retrata um clube cativante, um clube que foi granjeando, através dos seus feitos e da paixão e força congregadoras da sua massa adepta, um carisma único. Campeão crónico da popularidade, vê honrado esse título em várias frentes. Exemplares nesse contexto, as monumentais taças Ramos Pinto, Simpatia e Época exibem-se aqui.

Área 27. HONRAS MAIORES – Distinções honoríficas
Lingua Gestual: Área 27. HONRAS MAIORES – Distinções honoríficas

Área 27. Honras Maiores – Distinções honoríficas

Neste espaço, estão expostos os símbolos do reconhecimento público do Clube: 12 distinções honoríficas atribuídas pelo seu empenho na valorização e expansão do desporto, pelos serviços prestados em atos de benemerência e solidariedade e pela sua ação como embaixador de Portugal.

Desde o grau de Comendador da Ordem Militar de Cristo, atribuído em 1932 e que distinguiu os altos serviços prestados pelo Clube ao desporto português, o Benfica foi agraciado uma dezena de vezes com distinções honoríficas. O seu empenho na valorização e expansão da cultura física, a sua obra educativa, o contributo para o estreitamento das relações entre os povos, os serviços prestados em atos de benemerência e de solidariedade, os feitos que honraram o país no estrangeiro e o contributo geral prestado à causa do desporto foram, ao longo de décadas, motivo de reconhecimento público. Para admirar, conhecer e sentir orgulho.

Área 28. HOMENS DO LEME – Os presidentes
Lingua Gestual: Área 28. HOMENS DO LEME – Os presidentes

Área 28. Homens do Leme – Os presidentes

Pela Direção do Clube, ao longo da sua história centenária, passaram 34 presidentes. Esta área é-lhes dedicada.

A condução dos destinos do Benfica é, desde sempre, acompanhada com especial atenção na sociedade portuguesa. As eleições para a presidência do Clube mexem com o país, tornando-se facilmente acontecimentos nacionais, tal como muito facilmente se tornam figuras nacionais os seus presidentes. Foi sempre motivo de orgulho de todos os benfiquistas o Clube ser dirigido pelos seus sócios (a partir de 1964, dez anos antes de a democracia ter regressado a Portugal, as eleições com mais de uma lista passaram a ser habituais no Benfica). Toda a memória dos que guiaram ao futuro o "barco encarnado".

Área 29. O VOO DA ÁGUIA – Um século em 1000 segundos
Lingua Gestual: Área 29. O VOO DA ÁGUIA – Um século em 1000 segundos

Área 29. O Voo da Águia – Um século em 1000 segundos

Num anfiteatro inserido no interior da cúpula que remata o museu, com capacidade para 86 pessoas, o visitante pode assistir a uma viagem de 1000 segundos pelos mais de cem anos da história do Sport Lisboa e Benfica.

Nenhuma palavra, nenhuma imagem. Nada poderá expressar algum dia com inteira clareza a jornada de um sonho que floresceu em Belém a partir do nada. De um sonho que foi gota, depois rio e é, hoje, um mar interminável de paixão. De um sonho crescido que banha todo o Planeta. O céu sabe disso. É teto da águia que o percorreu no passado e o atravessa no presente em direção ao futuro. Esse céu é aqui. Onde as palavras e as imagens esboçam a águia que levantou voo há mais de um século. No mesmo local de onde partiram para o mundo as naus quinhentistas.

Área de lazer: Espaço de leitura

Área de lazer: Espaço de leitura

Este espaço evoca a biblioteca da antiga Secção Cultural do Benfica. É um espaço de memória, onde grandes clássicos convivem com obras desportivas de referência.

Área de lazer: Espaço Infantil
Lingua Gestual: Área de lazer: Espaço Infantil

Área de lazer: Espaço Infantil

É o espaço de todas as brincadeiras, onde a imaginação é o passaporte para dezenas de atividades e experiências divertidas.

Área de lazer: Simulador de Penáltis
Lingua Gestual: Área de lazer: Simulador de Penáltis

Área de lazer: Simulador de Penáltis

As pernas tremem. Chegou a hora do grande momento: o penálti decisivo. As lendas do futebol emergem quando a bola toca na rede e os adeptos gritam um eterno golo. Um simulador com garantia de divertimento para miúdos e graúdos.

Área de lazer: Cantinho das Águias
Lingua Gestual: Área de lazer: Cantinho das Águias

Área de lazer: Cantinho das Águias

Criado em parceira com o Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas, recria o habitat natural das águias e é a casa dos símbolos vivos do nosso Clube.

Visita Virtual